segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hipóteses da escrita

Estudar as hipóteses da escrita
Antes de continuar, gostaria de deixar claro o quanto teoria e prática se fundem e complementam: na última postagem, quando falei de teorias tradicionais sobre alfabetização, mostrei como elas se refletem na prática; e o quanto uma prática baseada na teoria construtivista necessita de um estudo teórico sobre os conhecimentos doa alunos. É impossível desvencilhar uma da outra, a melhor intenção didática cai no vazio se não estiver baseado em uma teoria consistente. É o que faz com que, como disse anteriormente, professores que acreditam na capacidade construtiva dos seus alunos, acabam por dar as suas aulas o mesmo formato daqueles que os vêem como uma “tabula rasa”.
Dito isto, mãos a obra:
Emília Ferreiro e Ana Teberosky estabeleceram, a partir de vasta pesquisa, 4 hipóteses no caminho da construção da escrita alfabética. Inicialmente a pesquisa foi realizada com crianças na fase pré-escolar e primeiros anos de escolaridade, mas depois realizaram pesquisas também com adultos analfabetos e concluíram que as hipóteses são as mesmas, é claro, resguardando diferenças em relação ao contato que um adulto tem com a escrita, mesmo que ainda não leia ou escreva convencionalmente. Toda esta pesquisa pode ser encontrada na “Psicogênese da Língua escrita” mas também está bem clara em livros menos densos, para uma primeira leitura indico: “A escrita infantil” – Maria da Gloria Seber, “Construtivismo – de Piaget a Emilia Ferreiro” – Maria da Graça Azenha.
Vou resumir em linhas gerais as características das 4 hipóteses:
• Pré-silábica: quando o aluno não faz em sua escrita a correspondência entre o que se fala e o que se escreve. Pode usar garatujas, pseudo-letras, desenhos, ou letras de forma aleatória. Ex. ao solicitar que o aluno escreva a palavra camiseta ele poderá escrever assim: qwoiplaksuinwshjk . Não realizando nenhuma correspondência e ao pedir que leia (interprete sua escrita) ele fará de forma global, ou seja, sem marcar as sílabas.
Estudar as hipóteses da escrita
Antes de continuar, gostaria de deixar claro o quanto teoria e prática se fundem e complementam: na última postagem, quando falei de teorias tradicionais sobre alfabetização, mostrei como elas se refletem na prática; e o quanto uma prática baseada na teoria construtivista necessita de um estudo teórico sobre os conhecimentos doa alunos. É impossível desvencilhar uma da outra, a melhor intenção didática cai no vazio se não estiver baseado em uma teoria consistente. É o que faz com que, como disse anteriormente, professores que acreditam na capacidade construtiva dos seus alunos, acabam por dar as suas aulas o mesmo formato daqueles que os vêem como uma “tabula rasa”.
Dito isto, mãos a obra:
Emília Ferreiro e Ana Teberosky estabeleceram, a partir de vasta pesquisa, 4 hipóteses no caminho da construção da escrita alfabética. Inicialmente a pesquisa foi realizada com crianças na fase pré-escolar e primeiros anos de escolaridade, mas depois realizaram pesquisas também com adultos analfabetos e concluíram que as hipóteses são as mesmas, é claro, resguardando diferenças em relação ao contato que um adulto tem com a escrita, mesmo que ainda não leia ou escreva convencionalmente. Toda esta pesquisa pode ser encontrada na “Psicogênese da Língua escrita” mas também está bem clara em livros menos densos, para uma primeira leitura indico: “A escrita infantil” – Maria da Gloria Seber, “Construtivismo – de Piaget a Emilia Ferreiro” – Maria da Graça Azenha.
Vou resumir em linhas gerais as características das 4 hipóteses:
• Pré-silábica: quando o aluno não faz em sua escrita a correspondência entre o que se fala e o que se escreve. Pode usar garatujas, pseudo-letras, desenhos, ou letras de forma aleatória. Ex. ao solicitar que o aluno escreva a palavra camiseta ele poderá escrever assim: qwoiplaksuinwshjk . Não realizando nenhuma correspondência e ao pedir que leia (interprete sua escrita) ele fará de forma global, ou seja, sem marcar as sílabas.
Volto falando das outras hipóteses ainda hoje!
Amanda Guerra

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